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Doenças da Coluna - Espondilólise

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18
Jan/2018

Doenças da Coluna - Espondilite Anquilosante

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Jan/2018

Doenças da Coluna - Escoliose

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Jan/2018

Doenças da Coluna - Cifose

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Doenças da Coluna - Cervicalgia

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Doenças da Coluna - Hérnia de Disco

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Doenças da Coluna - Artrose Vertebral

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Jan/2018

Pilates e Hérnia de Disco

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10
Jan/2018

Doenças da Coluna - Espondilólise

Fonte: ITC Vertebral

SOBRE A DOENÇA 

O QUE É ESPONDILÓLISE

 

A espondilólise é uma alteração da coluna vertebral que ocorre principalmente em atletas cujos exercícios demandam hiperextensão da coluna. É o escorregamento de uma vértebra (geralmente a ultima da região lombar, chamada quinta lombar- L5) sobre o osso sacro que é inclinado. Isso ocorre porque a L5 tem um defeito congênito ou adquirido, num lugar da vértebra chamado de pedículo.

 

Geralmente o que acontece é que há um pequeno defeito congênito, uma soldadura incompleta, que com a prática esportiva, acaba rompendo-se, causando uma espondilolistese (espôndilo = vértebra, Lise = ruptura, listese = escorregamento).. O importante é que mesmo nesses casos de grau mOs autores chamam atenção que se deve evitar operar os adolescentes com esse problema, devido ao crescimento posterior.

 

Sintomas da espondilólise

 

O quadro clínico costuma ser desde não sentir absolutamente nada até uma lombalgia crônica de pequena intensidade, não incapacitante, cujo diagnóstico é difícil, tardio. A dor não impede a prática esportiva, mas atrapalha. Aproximadamente 50% dos atletas da equipe olímpica de 1996, de ginástica olímpica dos EUA, tiveram esse diagnóstico. Há casos, entretanto, em que a dor é incapacitante e que altera a qualidade de vida do adolescente ou do atleta. A vértebra mais freqüentemente acometida é a L5.

 

CAUSAS DA ESPONDILÓLISE

 

Ocorre porque a L5 tem um defeito congênito ou adquirido, num lugar da vértebra chamado de pedículo. Geralmente o que acontece é que há um pequeno defeito congênito, uma soldadura incompleta, que com a prática esportiva, acaba rompendo-se, causando uma espondilólise (espôndilo = vértebra, Lise = ruptura).

 

DIAGNÓSTICO E EXAME

 

O Diagnóstico pode ser feito por radiografias simples, tomografias que visualizam esse pedículo, o qual parece

fraturado. Quando o grau de espondilolistese é máximo (L5 encontra-se completamente à frente do sacro) pode ser chamada de espondiloptose.

 

TRATAMENTO PARA ESPONDILÓLISE

 

É um programa fisioterapêutico que utiliza técnicas de Fisioterapia Manual, Estabilização Vertebral e Exercícios de Pilates. Ele visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas, dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.

 

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Doenças da Coluna - Espondilite Anquilosante

Fonte: ITC Vertebral

SOBRE A DOENÇA

A espondilite anquilosante é mais comum em homens, geralmente em adultos jovens. Os primeiros sintomas se iniciam entre 18 e 25 anos. Acredita-se que o fator genético está associado à doença. Os sintomas inicialmente ocorrem como uma dor na região lombar e sacro (no final das costas), e a dor é de pouca intensidade, mas de característica inflamatória; isto é, não alivia com o repouso. É comum haver rigidez matinal e haver redução ou retificação da lordose lombar (a parte final das costas fica retificada).

 

Os ossos das vértebras da coluna crescem, formando pontes entre as vértebras; às vezes, envolvendo completamente as juntas, impedindo, assim, que ela se mova, causando a rigidez denominada anquilose. Em algumas pessoas, com o avançar da doença, pode haver uma rigidez em flexão. O paciente fica encurvado e fixo para frente. O diagnóstico é feito pelo médico e é baseado na história do paciente, por um conjunto de sintomas (como dor nas nádegas e costas) e pelos exames de imagem (raio x, ressonância magnética ou tomografia computadorizada) da bacia, da coluna e das articulações afetadas.

 

TRATAMENTO PARA ESPONDILITE ANQUILOSANTE

 

O tratamento realizado pelo fisioterapeuta consiste em manter a mobilidade articular em regiões não acometidas. Para isso, é necessário seguir um regime rigoroso de exercícios diários, que envolve exercícios de posicionamento e extensão espinhal, de respiração e para as articulações periféricas. Devem ser realizados exercícios para melhorar a postura, manter ou aumentar a mobilidade e a flexibilidade da coluna vertebral, alongamento e fortalecimento muscular da coluna, dos membros superiores e inferiores, além de exercícios respiratórios.

 

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Doenças da Coluna - Escoliose

Fonte: ITC Vertebral

SOBRE A DOENÇA

O QUE É ESCOLIOSE?

A coluna vertebral vista por trás deve ser reta, alinhada. A escoliose é uma deformação morfológica da coluna vertebral nos três planos do espaço (Souchard e Ollier, 2001). Assim, a coluna realmente se torce, não somente para os lados, mas para frente e para trás e em volta do seu próprio eixo. Essa torção em maiores graus determina a gravidade da escoliose e a forma de ser tratada.

 

Classificação da escoliose quanto a forma da curva: curva simples, sendo esta à direita ou à esquerda (escoliose em “C”); Curva dupla, (escoliose em “S”). Lembrando que a direção da curva é sempre identificada pela convexidade da coluna.

 

Classificação das curvaturas escolióticas, podendo estas serem: cervicotorácicas, torácicas, toracolombares, lombares e lombossacrais.

 

Relacionando o grau da angulação da escoliose e o tratamento correspondente, temos:

 

1)0 à 10 graus: não há necessidade de tratamento fisioterápico.

 

2)10 à 20 graus: há necessidade de tratamento fisioterápico.

 

3)20 à 30 graus: tratamento fisioterápico e uso de colete ortopédico ou de Milwakee.

 

4)30 à 40 graus: uso do colete ortopédico ou Milwakee.

 

5)40 à 50 graus: somente tratamento cirurgico.

 

CAUSAS DA ESCOLIOSE

 

Idiopática : causa desconhecida (70% dos casos)

Neuromuscular : seqüela de doenças neurológicas, como por exemplo poliomielite, paralisia cerebral.

Congênita : oriunda de uma má-formação

Pós-traumática

 

DIAGNÓSTICO

 

O diagnóstico é feito através de testes clínicos e de radiografias. Em todos os casos de escoliose, é importante o diagnóstico precoce e a avaliação clínica completa e radiológica do paciente.A avaliação postural faz parte da avaliação clínica, sendo de fundamental importância para o diagnóstico. Nela, o examinador compara os dois hemicorpos do indivíduo nas vistas anterior, posterior e lateral, observando possíveis diferenças e assimetrias ( Calliet, 1979). O controle da evolução sistemática é a forma de minimizar os danos dessa patologia que, quando não tratada corretamente, pode causar danos irreparáveis.

 

TRATAMENTO PARA ESCOLIOSE

 

O tratamento da escoliose baseia-se, dentre outros fatores, na idade, na flexibilidade, na gravidade da curva e na sua etiologia, compreendendo a correção das deformidades, com tratamento conservador, que inclui fisioterapia e utilização de coletes, adaptação de palmilhas posturais que incrementam a eficácia e o tempo do tratamento (Podoposturologia) ou o tratamento cirúrgico (Tribastone, 2001). Na opção de tratamento conservador a fisioterapia utiliza-se dos benefícios da R.P.G. ou Reeducação Postural Global, como método que corrige ou minimiza a escoliose através da identificação da causa do problema. O Pilates também é indicado.

 

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Doenças da Coluna - Cifose

Fonte: ITC Vertebral

SOBRE A DOENÇA

O QUE É CIFOSE

Definida como um aumento da curvatura no plano sagital da coluna torácica. Alguns autores citam que o ângulo da cifose torácica pode variar normalmente entre 20º e 40º utilizando o método de Cobb (POOLMAN, BEEN & UBAGS, 2002). Outros citam que a cifose torácica média é de 37º Cobb (LOUBRESSE,VIALLE & WOLLF, 2005), e fixam entre 20º a 50º Cobb o limite entre o fisiológico e o patológico (FON, PITT & THIES, 1980); (BERNHARDT & BRIDWELL, 1989).

As curvaturas da coluna são definidas durante o crescimento e suas amplitudes variam de indivíduo para indivíduo. Para cada pessoa essa combinação de curvas resulta em uma economia fisiológica para a postura em pé. É preciso levar em consideração essa grande variedade fisiológica para classificar essas curvaturas em patológicas e não patológicas. As hipercifoses patológicas podem ser divididas em dois grandes grupos, aquela em que o caráter patológico se deve a importância de sua curvatura (ou posturais) e aquelas em que a característica patológica é inegável como nos casos de doenças congênitas ou adquiridas, as quais são responsáveis pelo desenvolvimento da curvatura acentuada (LOUBRESSE,VIALLE & WOLLF, 2005).

 

SINTOMAS DA CIFOSE

 

A instalação da deformação (costas arqueadas) faz-se, habitualmente, de forma lenta, com ou sem dor nas costas, fadiga, sensibilidade e rigidez da coluna vertebral.

 

CAUSAS DA CIFOSE

 

Hipercifose: Dorso curvo juvenil

Etiologia: postural

Tipos: Leve (até 50 graus), moderada (maior que 50)

Incidência: mais comuns no sexo feminino

Evolução: podem se estruturar

Tratamento conservador: eficiente – órtese ou fisioterapia postural

Tratamento cirúrgico: raramente indicado

 

Hipercifose: Doença de Scheuermann

Etiologia: Cunhamento vertebral >5º

Tipos: Leves: até 50º; Moderadas: 50-70º; Severas >75º

Incidência: – 

Evolução: Progressivas e dolorosas

Tratamento conservador: Fisioterapia nas curvaturas leves

Tratamento cirúrgico: Moderadas e severas

 

Hipercifose: Paralíticas

Etiologia: Neuromuscular

Tipos: miopáticas e neuropáticas

Incidência: depende da doença primária

Evolução: aumenta a fraqueza muscular; piora a deformidade

Tratamento conservador: pouco eficiente

Tratamento cirúrgico: operação precoce

 

Hipercifose: congênitas

Etiologia: má formação

Tipos: Falhas de formação

Incidência: – 

Evolução: podem causar quadro neurológico

Tratamento conservador: pouco eficiente

Tratamento cirúrgico: precoce

 

Hipercifose: inflamatórias

Etiologia: osteomielites

Tipos: Leve, moderada e severa; Agudas e crônicas

Incidência: aumentando no presente

Evolução: progressiva se não tratada

Tratamento conservador: clínico-medicamentoso; fisioterapia

Tratamento cirúrgico: Se progressiva ou com quadro neurológico

 

Hipercifose: Pós-traumáticas

Etiologia: Fraturas – Trauma e Osteoporose

Tipos: Fraturas instáveis agudas e crônicas

Incidência: Jovens- Trauma osteoporose – senil sedentário

Evolução: pode evoluir – bom nas osteoporóticas

Tratamento conservador: agudas gesso e colete – crônicas fisioterapia analgésica

Tratamento cirúrgico: se progressivas – raramente nas osteoporóticas

 

 

DIAGNÓSTICO E EXAME

 

A observação do doente evidencia a curvatura da coluna (corcunda) que nem sempre é reconhecida pelo próprio, mas pelos familiares e amigos. A radiografia da coluna confirma o diagnóstico.

 

 

TRATAMENTO PARA CIFOSE

 

Depende da causa que origina a deformação: se é consequência de uma postura incorreta, o tratamento é feito por meio de exercícios de fisioterapia, pelo uso de colchões mais firmes e, se necessário, o uso de coletes ortopédicos até se completar o crescimento bem como a adaptação de palmilhas posturais que incrementam o tempo e a eficácia do tratamento; o tratamento dos outros tipos de cifose inclui a identificação e tratamento da causa. Dentre as técnicas de fisioterapia podemos utilizar a Reeducação Postural Global (RPG) que é um método totalmente isento de medicamentos e consiste de manipulações vertebrais e de membros, visando a liberação e alongamento total de músculos que com o passar dos anos ficaram encurtados causando os desvios posturais. Estas manipulações são sincronizadas com respiração específica para cada caso. É solicitado ao paciente um determinado tipo de respiração, como p. ex.: respiração abdominal, respiração apical etc. Assim haverá um ajuste entre respiração e postura. Isto é necessário pois o principal músculo da respiração(músculo diafragma) tem uma grande importância em muitos desvios.

 

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Doenças da Coluna - Cervicalgia

Fonte: ITC Vertebral

SOBRE A DOENÇA

 

O QUE É CERVICALGIA?

 

A cervicalgia costuma ser insidiosa, sem causa aparente. Mas raramente se inicia de maneira súbita, em geral está relacionada com movimentos bruscos do pescoço, longa permanência em posição forçada, esforço ou trauma e até mesmo alterações da ATM (articulação têmporo-mandibular). O paciente com cervicalgia geralmente relata uma melhora quando está em repouso e exacerbação da dor com o movimento.

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SINTOMAS E SINAIS DA CERVICALGIA

 

O paciente com cervicalgia costuma adquirir uma atitude de defesa e rigidez dos movimentos ocorre também uma alteração na mobilidade do pescoço e a dor durante a palpação da musculatura do pescoço podendo também abranger a região do ombro e nos casos mais graves ou prolongados irradiando para todo o membro superior.

Em relação à dor, o paciente pode queixar-se desde uma dor leve local e uma sensação de cansaço, até uma dor mais forte e limitante. O braço, além de doer, pode apresentar alterações de sensibilidade e força muscular, são as chamadas “alterações neurológicas”.

O paciente refere adormecimento de alguma área ou de todo o membro, podendo ser contínua ou desencadeada por algum fator. A fraqueza muscular acontece em casos mais graves ou prolongados sendo geralmente progressiva. Podem existir também alterações nos reflexos encontrados em algumas inserções musculares no punho, cotovelo e ombro nos casos mais graves.

 

 

CAUSAS DA CERVICALGIA

 

As cervicalgias podem ser decorrentes, de desordem mecânica, fatores posturais e ergonômicos ou ao excesso de sobrecarga dos membros superiores. A dor cervical resulta em perda na produtividade importante em certas ocupações e a maior predisposição de lesão associa-se a certos tipos de atividades e à idade. A cervicobraquialgia caracteriza-se por dor cervical com irradiação para membro superior, normalmente devido à compressão da raiz nervosa proveniente da região cervical sub-axial. Trabalhos que envolvam movimentos repetitivos de membros superiores e flexão da coluna cervical estão relacionados à dor cervical.

 

 

DIAGNÓSTICO E EXAMES

 

O diagnóstico pode ser feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e o resultado do exame neurológico. Exames como raio-x, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada

 

 

TRATAMENTO PARA CERVICALGIA

 

É um tratamento fisioterapêutico que utiliza técnicas de Fisioterapia Manual,  Estabilização Vertebral e Exercícios de Pilates. Ele visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas, dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.

 

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Doenças da Coluna - Hérnia de Disco

Fonte: ITC Vertebral

SOBRE A DOENÇA

 

O QUE É HÉRNIA DE DISCO?

Conheça a hérnia de disco, suas causas, sintomas e tratamento com fisioterapia. A palavra hérnia significa projeção ou saída através de uma fissura ou orifício, de uma estrutura contida. O disco intervertebral é a estrutura cartilaginosa que fica entre uma vértebra e outra da coluna vertebral.

 

Ele é composto de uma parte central, chamada núcleo pulposo ou liquido viscoso, de uma parte periférica composta de tecido cartilaginoso chamado anel fibroso e de uma parte superior e inferior chamado placa terminal. Portanto, a hérnia de disco é a saída do liquido pulposo através de uma fissura do seu anel fibroso.

 

A extrusão do núcleo pulposo pode provocar uma compressão nas raízes nervosas correspondentes a hernia de disco ou a protrusão. Esta compressão poderá causar os mais diversos sintomas.

 

A placa terminal fica entre o disco e a vértebra supra e subjacente. Com a degeneração destas estruturas, os líquidos poderão migrar para os corpos vertebrais. O início deste processo é chamado de tipo I. Alguns autores afirmam que este processo inflamatório e degenerativo na placa terminal pode causar dores na coluna vertebral.

TIPOS DE HÉRNIA DE DISCO

Protrusas: quando a base de implantação sobre o disco de origem é mais larga que qualquer outro diâmetro.

Extrusas: quando a base de implantação sobre o disco de origem é menor que algum dos seus outros diâmetros ou quando houver perda no contato do fragmento com o disco.

Seqüestradas: quando um fragmento migra dentro do canal, para cima, para baixo ou para o interior do forâmen.

 

SINTOMAS DA HÉRNIA DE DISCO

Os sintomas mais comuns são dores localizadas nas regiões onde existe a lesão discal, podendo estas dores serem irradiadas para outras partes do corpo. Quando a hérnia é na coluna cervical as dores se irradiam para os braços, mãos e dedos. Se a hérnia de disco é lombar, as dores se irradiam para as pernas e pés. O paciente pode também sentir formigamentos e dormência nos membros. Nos casos mais graves, pode haver perda de força nas pernas e incontinência urinária.sintomas hernia

 

 

CAUSAS DA HÉRNIA DE DISCO

 

A palavra coluna já diz tudo sobre a importância desta estrutura no nosso corpo. Ela é o centro de equilíbrio do sistema musculoesquelético do ser humano. Não é à toa que muitas lesões da coluna vertebral são atribuídas ao desequilíbrio e desalinhamento desta estrutura, ou seja, a má postura.

 

Fatores hereditários são os que mais provocam hérnia de disco, no entanto traumas de repetição no trabalho e no esporte, traumas direto, o fumo e a idade avançada também são motivos de lesões degenerativas.

 

O sedentarismo é um fator determinante para dores nas costas oriundas da hérnia de disco e de outras doenças, pois as pesquisas comprovam que a atividade física qualitativa para coluna é um fator de extrema importância para melhora e prevenção das dores nas costas.

 

Entre fatores ocupacionais associados a um risco aumentado de dor lombar estão:

 

  • Trabalho físico pesado
  • Postura de trabalho estática
  • Inclinar e girar o tronco freqüentemente
  • Levantar, empurrar e puxar
  • Trabalho repetitivo
  • Vibrações
  • Psicológicos e psicossociais (Adersson GBJ,1992)

 

 

 

DIAGNÓSTICO E EXAME

 

O diagnóstico pode ser feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e o resultado do exame neurológico. Exames como Raio-X, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada.

TRATAMENTO PARA HÉRNIA DE DISCO

É um programa fisioterapêutico que utiliza técnicas de Fisioterapia Manual, Estabilização Vertebral e Exercícios de Treinamento Funcional e Pilates. Ele visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas, dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.

 

FISIOTERAPIA MANUAL

 

A disfunção dos tecidos moles pode alterar o movimento articular e diminuir a eficácia da mobilização-alongamento da articulação. É por isso que o tratamento frequentemente começa com este procedimento visando diminuir a dor e o espasmo muscular ou aumentar a mobilidade dos tecidos moles. Esses procedimentos auxiliares podem também tornar mais fácil a realização da mobilização das articulações, produzindo um efeito mais duradouro. Dentre as técnicas de fisioterapia manual utilizamos a Osteopatia, Maitland, Mulligan e mobilizações articulares.

 

 

ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL

 

Durante o primeiro mês de tratamento utilizamos também a técnica de estabilização vertebral que foi desenvolvida na Austrália com o objetivo de fortalecer os músculos profundos da coluna vertebral e melhorar o grau de estabilidade vertebral. Para isso contamos com o equipamento Stabilizer.

 

TREINAMENTO FUNCIONAL E PILATES

 

Após o término das sessões previstas é fundamental buscar alternativas para manter os benefícios decorrentes do tratamento. Serão necessários estímulos frequentes e graduais que garantam a integridade das estruturas músculo-esqueléticas envolvidas e previnam contra novas crises. A opção eficiente e segura é um programa de exercícios de treinamento funcional que incluem os principais componentes da aptidão física relacionados à saúde (força e flexibilidade) ajustados de acordo com a especificidade da situação e supervisionados.

 

Pilates

 

É um método que preconiza alcançar um desenvolvimento do corpo de forma uniforme, objetivando uma melhora no condicionamento físico e mental com exercícios globais, isto é, que exigem um trabalho do corpo todo, utilizando diferentes aparelhos e equipamentos.

 

Através dos seus princípios, concentração, fluidez, controle, respiração, centro de força, postura o praticante do método irá melhora sua consciência corporal, flexibilidade, equilíbrio e força muscular.

 

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Doenças da Coluna - Artrose Vertebral

Fonte: ITC Vertebral

SOBRE A DOENÇA

A artrose vertebral é uma doença crônica das articulações, que atinge inicialmente a cartilagem dos discos intervertebrais e das facetas articulares para, depois, chegar ao osso mais próximo. Ela pode vir acompanhada de rigidez e dificuldade de movimentação. O desgaste dos discos entre as vértebras pode gerar uma instabilidade na coluna e, ao tentar estabilizar a coluna, o próprio organismo acaba formando osteófitos (bicos de papagaio).

 

Aparece em decorrência principalmente do excesso de uso da articulação. As pessoas mais vulneráveis à artrose da coluna são os trabalhadores do setor rural, construção civil, condutores de transporte coletivo e atletas de elite, por forçarem as articulações de forma excessiva. A artrose costuma ser mais frequente em idosos, mas também acomete pessoas jovens. Um jovem com artrose na coluna dificilmente apresenta sintoma; por isso, a doença só será detectada anos mais tarde. Muitas vezes, pensamos ser uma dor muscular o que, na verdade, não é. Para tanto, é preciso fazer uma boa avaliação para diferenciar o diagnóstico e evitar um tratamento que não vá direto à causa.

 

O resultado de uma avaliação com um diagnóstico inadequado conduz a manutenção de um quadro de dor sem possibilidade de resolução definitiva para esses sintomas. Os exames complementares solicitados para diagnosticar uma artrose são: raio X, tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

 

TRATAMENTO PARA ARTROSE VERTEBRAL

 

Os tratamentos para artrose vão desde a cirurgia, para os casos mais graves, até o tratamento medicamentoso, para os menos graves. A fisioterapia é sempre indicada no pré ou pós-operatório, assim como uma atividade física específica que evite maiores compressões nas estruturas comprometidas.

O tratamento específico com Pilates para o reforço da musculatura específica é recomendando.

O ajuste com a quiropraxia e terapia manual, juntamente com a massagem terapêutica ajudam a eliminar a dor e diminui os sintomas.

 

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Pilates e Hérnia de Disco

Fonte:

O Método Pilates

 

O Método Pilates é um programa de exercícios aplicados no solo e/ou em aparelhos que foram desenvolvidos pelo alemão Joseph Pilates. A técnica surgiu durante a 1ª Guerra Mundial, para reabilitar os lesionados da guerra e ela se desenvolveu a partir de uma adaptação das molas das camas dos internos, inspirando assim a criação dos equipamentos e do método. Em 1926, Pilates montou em Nova York o seu primeiro “estúdio de Pilates”, onde o método começou a ser praticado inicialmente por bailarinos que apresentavam lesões, sendo estes recuperados pela prática dos exercícios. Logo, a técnica ganhou muitos adeptos e se espalhou por todo o mundo.

 

Os princípios

 

Pilates denominou seu método de Contrologia, que é a habilidade de o ser humano se mover com domínio do próprio corpo, adquirindo o equilíbrio entre corpo, mente e espírito. Para isso, o método faz uso de princípios específicos, como concentração, centro de força ou power house, fluidez, repetição, respiração, equilíbrio e controle dos movimentos.

 

O power house é uma área que compreende os músculos que vão da região do quadril até o tórax. Joseph acreditava que todos os músculos do corpo deveriam ser fortes e ao mesmo tempo flexíveis, mas que essa região deveria ser priorizada, pois todos os movimentos partiam da coordenação desses músculos. Os movimentos realizados durante a execução de cada exercício devem respeitar a fluidez, a leveza e a harmonia, sendo realizado de forma controlada e contínua. Os movimentos são precisos e coordenados, acompanhando o ritmo respiratório e sendo realizado em poucas repetições, priorizando a qualidade de execução.

 

Benefícios

 

No Brasil, o Pilates ganhou muitos praticantes, atraídos pelos inúmeros benefícios do método. São eles: concentração, respiração, flexibilidade, força, postura, coordenação e equilíbrio. A técnica tem boa aceitação na prevenção e no tratamento de diversas alterações do corpo humano, destacando-se no tratamento de dor na coluna lombar. O crescente número de pessoas com esse tipo de dor fez com que surgisse a necessidade de uma abordagem diferenciada que atendesse este público, beneficiando-os com um Pilates mais eficaz e terapêutico.

 

Pilates no pós tratamento das dores na coluna

 

O destaque do Pilates no pós tratamento de dores na coluna se deve ao trabalho de fortalecimento de uma musculatura que é essencial para a proteção da coluna, composta por músculos estabilizadores. São eles: o transverso do abdômen e o multífido lombar. As primeiras aulas do Pilates devem ser voltadas para o aprendizado da contração correta destes músculos. Este treino pode ser realizado seguindo as etapas do modelo de exercícios de estabilização segmentar vertebral, desenvolvido por Richardson, Hodges e Hides.

 

Este modelo é dividido em três estágios:

 

No primeiro, chamado de Cognitivo, o paciente é educado quanto a anatomia, função, importância e forma de contração correta destas musculaturas. O treino geralmente é iniciado na posição deitada, mas deverá progredir para as posições sentada, em pé e em quatro apoios. O fisioterapeuta ensina ao paciente a localização dos músculos, a realizar a palpação deles colocando os dedos indicador e médio na região inferior do abdômen, e a contraí-los levando sutilmente o umbigo para dentro até sentir uma leve tensão sob os dedos.

 

No segundo estágio, chamado de Associativo, o objetivo é manter a contração destes músculos ao mesmo tempo em que são realizados movimentos dos membros com o tronco apoiado; ou seja, a musculatura global passa a ser solicitada associada a local. Nesta fase inicia-se o treino de atividades do dia a dia, como sentar e levantar corretamente, mantendo uma boa postura.

 

O terceiro momento, Estágio Automático, tem como objetivo permitir a realização de exercícios que proporcionem desafios e gestos esportivos, sendo realizados com cuidado para assegurar que não haja compensação. Nestes últimos estágios, também é realizado o trabalho de fortalecimento dos músculos estabilizadores da pélvis (glúteos). Pois o alinhamento desta região influencia na distribuição de cargas na coluna lombar. Além disso, é feita a reeducação de atividades da vida diária do indivíduo, desde movimentos simples, como sentar e levantar.

 

É fundamental que a escolha dos exercícios seja criteriosa para cada paciente. Para isso, o profissional que vai receber o paciente com dor no estúdio de Pilates deve ter conhecimento para determinar quais exercícios são mais indicados a partir de uma avaliação, evitando o risco de novas lesões ou a piora do quadro de dor.

 

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