(51) 98181.8384

Notícias

Doenças da Coluna - Whiplash

Saiba mais +

04
Abr/2018

Doenças da Coluna - Protrusão Discal

Saiba mais +

02
Abr/2018

Doenças da Coluna - Osteopenia e Osteoporose

Saiba mais +

28
Mar/2018

Doenças da Coluna - Modic

Saiba mais +

14
Mar/2018

Saiba mais +

07
Fev/2018

Doenças da Coluna - Fibromialgia

Saiba mais +

25
Jan/2018

Doenças da Coluna - Estenose Lombar

Saiba mais +

22
Jan/2018

Doenças da Coluna - Espondilolistese

Saiba mais +

19
Jan/2018

Doenças da Coluna - Whiplash

Fonte: ITC Vertebral

O QUE É WHIPLASH?

Whiplash é um prejuízo para os tecidos moles do pescoço. Whiplash é uma lesão de estiramento dos músculos e ligamentos do pescoço para além dos limites normais de movimento. Existe muitas vezes dor e rigidez no pescoço durante os primeiros dias após uma lesão whiplash. A dor também pode ser sentida em grupos musculares próximos: na cabeça, tórax, ombros e braços.

 

CAUSAS DA WHIPLASH

 

Quando um veículo pára de repente, em um acidente ou quando atingido por trás, o cinto de segurança ira manter o corpo de uma pessoa a ser atirada para frente. Mas a cabeça segue o movimento brusco para frente e, em seguida, para trás, causando whiplash. Esse mecanismo também pode ocorrer em esportes de alto impacto como: futebol americano, boxe, entre outros.

 

SINTOMAS DA WHIPLASH

 

A dor de whiplash pode não aparecer logo após um acidente, mas por vezes pode demorar horas para se desenvolver e depois permanecer por vários dias. Os sintomas incluem tonturas, dores de cabeça, dor ou rigidez no pescoço, mandíbula, ombros, ou braços.

 

DIAGNÓSTICO E EXAMES

 

O diagnóstico pode ser feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e o resultado do exame neurológico. Exames como raio-x, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada.

 

TRATAMENTO PARA WHIPLASH

 

É um programa fisioterapêutico que utiliza técnicas de Fisioterapia Manual, Estabilização Vertebral, Exercícios de Pilates e treinamento funcional . Ele visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas, dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.

 

Etapas do tratamento

 

FISIOTERAPIA MANUAL

 

A disfunção dos tecidos moles pode alterar o movimento articular e diminuir a eficácia da mobilização-alongamento da articulação. É por isso que o tratamento frequentemente começa com este procedimento visando diminuir a dor e o espasmo muscular ou aumentar a mobilidade dos tecidos moles. Esses procedimentos auxiliares podem também tornar mais fácil a realização da mobilização das articulações, produzindo um efeito mais duradouro. Dentre as técnicas de fisioterapia manual utilizamos a Osteopatia, Maitland, Mulligan e mobilizações articulares.

 

 

ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL

 

Durante o primeiro mês de tratamento utilizamos também a técnica de estabilização vertebral que foi desenvolvida na Austrália com o objetivo de fortalecer os músculos profundos da coluna vertebral e melhorar o grau de estabilidade vertebral. Para isso contamos com o equipamento Stabilizer.

 

 

PILATES e TREINAMENTO FUNCIONAL

 

 

Após o término das sessões previstas é fundamental buscar alternativas para manter os benefícios decorrentes do tratamento. Serão necessários estímulos frequentes e graduais que garantam a integridade das estruturas músculo-esqueléticas envolvidas e previnam contra novas crises. A opção eficiente e segura é um programa de exercícios de musculação que incluem os principais componentes da aptidão física relacionados à saúde (potência aeróbica, força e flexibilidade) ajustados de acordo com a especificidade da situação e supervisionados por fisioterapeuta.

 

 

Pilates

 

É um método que preconiza alcançar um desenvolvimento do corpo de forma uniforme, objetivando uma melhora no condicionamento físico e mental com exercícios globais, isto é, que exigem um trabalho do corpo todo, utilizando diferentes aparelhos e equipamentos.

 

Através dos seus princípios, concentração, fluidez, controle, respiração, centro de força, postura o praticante do método irá melhora sua consciência corporal, flexibilidade, equilíbrio e força muscular.

 

 

Fisioterapia convencional

 

Fisioterapia Traumato- Ortopédica: Eletroterapia, Termoterapia, Fototerapia, Cinesioterapia, Hidroterapia, Massagem.

 

Medicamentosos

 

Geralmente com injeções de analgésicos, antiinflamatórios e relaxantes musculares na fase aguda e o controle com medicamentos orais, para os mesmos fins, para a fase crônica.

 

 

Agende uma sessão pelo what's up 51 98181884

 

Doenças da Coluna - Protrusão Discal

Fonte: ITC Vertebral

SOBRE A DOENÇA

O QUE É PROTRUSÃO DISCAL

O Dicionário Médico Ilustrado Dorland define a hérnia como sendo a protrusão anormal de um órgão ou outra estrutura do corpo através de um defeito ou uma abertura natural em um invólucro, cobertura, membrana, músculo ou osso. Portanto, toda hérnia é uma protrusão. Mas nem toda protrusão é uma hérnia.

 

Para que se constitua em hérnia, a protrusão discal deve ir além da abertura natural do invólucro, cobertura, membrana, músculo ou osso; ou rompê-lo. Essa é a diferença entre protrusão discal e hérnia de disco. Na chamada protrusão discal, o disco não rompe o anel fibroso. Na hérnia discal ocorre ruptura do anel fibroso em volta do disco intervertebral, e projeção do disco além desse anel, saindo da cavidade que o contém, conforme mostrado na figura abaixo.

 

 

SINTOMAS DA PROTRUSÃO DISCAL

 

Esta lesão é caracterizada por dor local, que é aumentada pelo tossir e espirar, pelo espasmo da musculatura paravertebral e antalgia da coluna lombar. Quando ocorre pressão nas raízes nervosas vertebrais, cria-se uma dor que se irradia pela perna. Essa compressão nervosa pode acarretar déficit de força muscular nos membros inferiores

Os sintomas mais comuns são: Parestesias (formigamento) com ou sem dor na coluna, geralmente com irradiação para membros inferiores ou superiores, podendo também afetar somente as extremidade (pés ou mãos).

 

 

CAUSAS DA PROTRUSÃO DISCAL

 

Sofrer exposição à vibração por longo prazo combinada com levantamento de peso, ter como profissão dirigir e realizar freqüentes levantamentos são os maiores fatores de risco pra lesão da coluna lombar. Cargas compressivas repetitivas colocam a coluna em uma condição pior para sustentar cargas mais altas, aplicadas diretamente após a exposição à vibração por longo período de tempo, tal como dirigir diversas horas. (Magnusson ML, Pope ML, Wilder DG, 1996)

 

Entre fatores ocupacionais associados a um risco aumentado de dor lombar estão:

 

 

  • Trabalho físico pesado
  • Postura de trabalho estática
  • Inclinar e girar o tronco freqüentemente
  • Levantar, empurrar e puxar pesos
  • Trabalho repetitivo
  • Vibrações
  • Psicológicos e psicossociais (Adersson GBJ,1992)

DIAGNÓSTICO E EXAME

 

O diagnóstico da protrusão discal pode ser feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e o resultado do exame neurológico. Exames como raio-x, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que exata região da coluna está localizada.

 

 

TRATAMENTO DA PROTRUSÃO DISCAL

 

É um programa fisioterapêutico que utiliza técnicas de Fisioterapia Manual, Estabilização Vertebral, Exercícios de Pilates e treinamento funcional . Ele visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas, dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.

 

Etapas do tratamento

 

FISIOTERAPIA MANUAL

 

A disfunção dos tecidos moles pode alterar o movimento articular e diminuir a eficácia da mobilização-alongamento da articulação. É por isso que o tratamento frequentemente começa com este procedimento visando diminuir a dor e o espasmo muscular ou aumentar a mobilidade dos tecidos moles. Esses procedimentos auxiliares podem também tornar mais fácil a realização da mobilização das articulações, produzindo um efeito mais duradouro. Dentre as técnicas de fisioterapia manual utilizamos a Osteopatia, Maitland, Mulligan e mobilizações articulares.

 

 

ESTABILIZAÇÃO VERTEBRAL

 

Durante o primeiro mês de tratamento utilizamos também a técnica de estabilização vertebral que foi desenvolvida na Austrália com o objetivo de fortalecer os músculos profundos da coluna vertebral e melhorar o grau de estabilidade vertebral. Para isso contamos com o equipamento Stabilizer.

 

 

PILATES e Treinamento Funcional

 

 

Após o término das sessões previstas é fundamental buscar alternativas para manter os benefícios decorrentes do tratamento. Serão necessários estímulos frequentes e graduais que garantam a integridade das estruturas músculo-esqueléticas envolvidas e previnam contra novas crises. A opção eficiente e segura é um programa de exercícios de musculação que incluem os principais componentes da aptidão física relacionados à saúde (potência aeróbica, força e flexibilidade) ajustados de acordo com a especificidade da situação e supervisionados por fisioterapeuta.

 

 

Pilates

 

É um método que preconiza alcançar um desenvolvimento do corpo de forma uniforme, objetivando uma melhora no condicionamento físico e mental com exercícios globais, isto é, que exigem um trabalho do corpo todo, utilizando diferentes aparelhos e equipamentos.

 

Através dos seus princípios, concentração, fluidez, controle, respiração, centro de força, postura o praticante do método irá melhora sua consciência corporal, flexibilidade, equilíbrio e força muscular.

 

 

Fisioterapia convencional

Fisioterapia Traumato- Ortopédica: Eletroterapia, Termoterapia, Fototerapia, Cinesioterapia, Hidroterapia, Massagem.

 

Medicamentosos

 

Geralmente com injeções de analgésicos, antiinflamatórios e relaxantes musculares na fase aguda e o controle com medicamentos orais, para os mesmos fins, para a fase crônica.

 

Agende uma sessão pelo what's up 51 981818384

 

 

www.fisiobeautypilates.com.br

Doenças da Coluna - Osteopenia e Osteoporose

Fonte: ITC Vertebral

O osso é constituído por três tipos de célula que são responsáveis pela formação, regulação e reabsorção da estrutura óssea. Os osteoblastos são células novas que formam a estrutura óssea, os osteócito são células maduras que regulam a quantidade de minerais (Cálcio) no tecido ósseo e os osteoclasto reabsorvem as células “gastas e velhas”. Um osso saudável apresenta equilíbrio entre estas três células e consegue manter sua estrutura forte para absorver impacto e a carga que nosso corpo necessita para realizar suas funções. Entretanto existem fatores que podem interferir neste equilíbrio, quando isto ocorre atingindo a função dos osteócitos pode levar a uma diminuição considerável na quantidade de Cálcio do osso, recebendo o nome de osteopenia. A osteopenia não é doença e pode ser corrigida. Se permanecer por longo período, pode evoluir para a osteoporose.

 

A osteopenia é, portanto a diminuição de massa óssea, causada pela perda de cálcio, podendo ter, como conseqüência, a osteoporose.

 

 

O QUE É OSTEOPOROSE?

 

A osteoporose é uma doença metabólica do tecido ósseo, caracterizada por perda gradual de massa, enfraquecendo os ossos por deterioração da microarquitetura tecidual devido à perda progressiva de elasticidade e homogeneidade, tendo como conseqüência a diminuição da quantidade óssea, tornando-os frágeis e suscetíveis às fraturas.

 

Nos estágios iniciais da osteoporose, a perda de massa óssea é assintomática. Quando a perda óssea é mais significativa e já acarreta alterações clínicas, observa-se uma diminuição da estatura e aumento da cifose dorsal, devido a deformidades por compressão, ou fratura das vértebras. Como consequência de quedas, macro traumas ou mesmo traumas de baixo impacto, podem ocorrer também fraturas dos ossos longos (fêmur e radio).

 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) *, os critérios para diagnóstico da osteoporose de acordo com a Densidade Mineral Óssea (DMO) são:

 

Normal: o valor da DMO encontra-se dentro de, no máximo, um desvio-padrão, abaixo do encontrado em mulheres adultas jovens.

Osteopenia: o valor da DMO encontra-se entre -1 e -2,5 desvios-padrão da normalidade.

Osteoporose: o valor da DMO está abaixo de 2,5 desvios-padrão da normalidade.

Osteoporose estabelecida: (fraturas): o valor da DMO está abaixo de 2,5 desvios-padrão na presença de uma ou mais fraturas por fragilidade óssea.

 

 

FATORES DE RISCO

 

De acordo com o Guarniero e Oliveira (2004) e o Ministério da Saúde (2002:515), vários fatores de risco estão associados à osteopenia e consequentemente com a osteoporose, como a idade avançada (+ de 65 anos), história prévia de fratura, imobilização prolongada, o baixo peso, o sexo feminino, a hereditariedade caucasiana, os fatores genéticos, os fatores ambientais (consumo abusivo de álcool, cafeína, tabagismo e drogas), além da baixa ingestão de cálcio, do estado menstrual (menopausa precoce, menarca tardia ou amenorréias) e as doenças endócrinas.

 

MÉTODOS PROPEDÊUTICOS PARA AVALIAÇÃO DA OSTEOPOROSE

 

Radiologia

Densitometria óssea

Tomografia computadorizada

Marcadores biológicos do metabolismo ósseo

 

 

 

TRATAMENTO PARA OSTEOPENIA E OSTEOPOROSE

 

Medicamentos específicos que aumentem a absorção do cálcio e sua deposição nos ossos, suplementação de cálcio, vitamina D.

 

Na osteoporose instalada é importante que sejam adotadas medidas simples para se evitar quedas tais como retirar tapetes, disposição adequada de móveis, evitar o uso indiscriminado de tranquilizantes.

 

Hoje em dia está nascendo uma nova arquitetura para pessoas da terceira idade que evita a queda e o esforço em demasia respeitando as características desta população que, em breve, será a maioria.

 

Outro fator importante na terapia da osteoporose é a introdução de exercícios adequados e a exposição ao sol como terapia adjuvante. Não se deve proibir o portador de osteoporose de andar, caminhar, tomar sol pelo medo da fratura, mas adequar sua vida e reduzir seus riscos. O Pilates é muito indicado para essa população.

 

Agende uma aula experimental pelo what's up 51 981818384

Doenças da Coluna - Modic

Fonte: ITC Vertebral

MODIC

 

SOBRE A DOENÇA

Esse é o nome dado a alterações degenerativas na coluna vertebral encontradas em achados de ressonância magnética, identificadas e classificadas em três graus distintos pelo dr. Michael Modic, no ano de 1988.

 

Modic Tipo I – Alterações em forma de edema no platô vertebral adjacente a um disco que apresente degeneração.

 

Modic Tipo II – Quando, além do edema, existe substituição gordurosa no platô vertebral acometido.

 

Modic Tipo III – Nível máximo de degeneração apresentando esclerose óssea, que é um aumento na massa (endurecimento) da densidade do osso em uma camada imediatamente abaixo da cartilagem articular. O desgaste do platô vertebral, que caracteriza a alteração Modic, se dá devido à sobrecarga sofrida por causa da degeneração do disco intervertebral, que não consegue mais proteger a estrutura óssea da vértebra contra os impactos decorrentes de nossas atividades diárias.

 

modicExistem pesquisas recentes que sugerem a existência de fatores químicos relacionados ao processo inflamatório que influenciam na causa da dor. Além dessas substâncias químicas presentes no processo inflamatório, novas terminações nervosas seriam criadas na Placa Terminal Cartilaginosa e essas seriam corresponsáveis pela percepção da dor no Modic I. Porém, são apenas hipóteses, por enquanto.

 

É importante lembrar que o Modic bem como muitos outros achados degenerativos na coluna vertebral aparecem como consequência do nosso processo natural de envelhecimento e estão relacionados à nossa propensão genética ao desgaste e relacionados aos cuidados que temos com a nossa coluna. Os sinais clínicos são semelhantes aos de outras lesões degenerativas na coluna vertebral, como dores na coluna que provocam disfunções mecânicas e posturais adaptativas e aumento da tensão muscular adjacente.

 

TRATAMENTO PARA MODIC

 

Como formas principais de tratamento, temos a administração fármacos prescritos pelo médico especialista para combater o processo inflamatório e aliviar as dores. Como tratamento fisioterapêutico, devemos utilizar técnicas de fisioterapia manual, assim como a descompressão discal, visando à melhoria da nutrição cartilaginosa e do aporte sanguíneo local. Diante da diminuição dos sinais clínicos, devemos iniciar exercícios para melhoria do controle motor nas zonas onde forem detectadas deficiências funcionais.

 

Agende uma sessão pelo what's up 51 981818384

Fonte: ITC Vertebral

INSTABILIDADE VERTEBRAL

 

SOBRE A DOENÇA

 

INSTABILIDADE VERTEBRAL

A estabilidade da coluna depende de elementos estáticos e dinâmicos, segundo Bisschop (2003). Os elementos ditos estáticos são os corpos vertebrais, as articulações facetarias bem como suas cápsulas articulares, os discos intervertebrais e os ligamentos espinhais. Na presença de um trauma o efeito estabilizador do elemento estático pode diminuir, pois é alterado o arco de movimento, em sua fase inicial onde há apenas uma pequena tensão interna, denominado zona neutra, ou seja, no início do movimento. A partir daí é necessário a ativação dos elementos dinâmicos no intuito de prevenir a instabilidade. Nos elementos dinâmicos estão presentes os sistemas miotendíneo espinhal e a fáscia tóraco-lombar. Então segundo estudos efetivados por O’Sullivan (2000), a instabilidade da coluna lombar acontece porque há uma inconstância do segmento móvel secundário à lesão e acometimento dos elementos dinâmicos deixando vulnerável a zona neutra.

 

Em uma visão menos complexa, pois segundo estudos realizados por Hides et al (1996) este fator é um dos que contribuem para instabilidade da coluna lombrar, o desequilíbrio entre os extensores e flexores é um forte indício para desenvolvimento de distúrbios da coluna lombar, dentre ele a instabilidade da coluna vertebral (LEE, 1999 apud KOLYNIAK et al, 2004). Para Hides et al (1996) o multífido é o músculo diretamente ligado a instabilidade lombar, uma vez que ele é o principal músculo estabilizador dessa região e toda lesão neste leva a efeitos diretos sobre a estabilização segmentar vertebral lombar. Gill e Callaghan (1998 apud IMAMURA et al, 2001) identificaram déficit significante de propiocepção na coluna vertebral na presença de distúrbios lombares. Fator este relevante uma vez que a coordenação muscular e o equilíbrio fisiológico dos músculos agonistas e antagonistas, promovem esta propriocepção. Leinonen et al (2003), complementando os estudos de Hide et al (1996) e Gill e Callaghan (1998 apud IMAMURA et al, 2001), relatam a atrofia do multífido na presença de lombalgia sugerindo que este fato teria um efeito nos receptores musculares prejudicando a propriocepção lombar. Ebrahime et al (2005) em seus estudos detectaram fadiga nos músculos extensores lombar em indivíduos com dor lombar, instabilidade lombar sintomática. Enquanto que, às vezes, um único mecanismo é responsável por um determinada lesão, com certa freqüência os mecanismos responsáveis por uma lesão são muitos e variados. A categorização dos mecanismos de lesão baseia-se em conceitos mecânicos, respostas teciduais ou uma combinação dos dois. Alguns autores identificam sete mecanismos básicos da lesão: contato ou impacto, sobrecarga dinâmica, uso excessivo (overuse), vulnerabilidade estrutural, inflexibilidade, desequilíbrio muscular e crescimento rápido. Existem outros fatores que influenciam que é : idade (durante os anos de formação e com o passar dele vem a degeneração), sexo ( hormônios, sociologia etc.) genética (que influenciam a composição da matriz tecidual tendo degeneração dos discos, rupturas, artroses etc.), estado fisiológico e condição física, nutrição, estado psicológico, fadiga, ambiente (clima, terreno, altitude etc.), equipamento e medicamento.

 

 

SINTOMAS DA INSTABILIDADE VERTEBRAL

 

A dor, que é entorpecida, limitante, profunda e geralmente constante, pode estar localizada na área média da coluna, ou pode se irradiar para as nádegas ou membros inferiores. Raramente se irradiam além dos joelhos e evidências de pressão nervosa geralmente estão ausentes.

A sensação dolorosa piora quando o paciente se mantém por longos períodos em uma só posição, por exemplo, em pé ou sentado e a alteração da postura, por exemplo, deitando-se ou arqueando a coluna, pode aliviar a dor.

A coluna é vulnerável a qualquer movimento forçado ou inesperado, como no levantamento ou torção do tronco, que pode resultar em uma tensão aumentada sobre os tecidos moles circundantes, especialmente sobre os ligamentos longitudinais anterior e posterior das articulações.

 

 

CAUSAS DA INSTABILIDADE VERTEBRAL

 

Ela ocorre em ambos os sexos, geralmente na terceira ou quarta décadas e envolve o disco L4 ou menos comumente o disco L5. Este tipo de instabilidade geralmente acompanha alterações degenerativas no disco e nas articulações zigoapofisárias.

A instabilidade também pode ocorrer em pacientes com espondilolistese após trauma ou pós-operatoriamente após uma descompensação de uma estenose da coluna lombar, todas estas causas sendo evidentes nas radiografias. Uma perda da função muscular é um achado concomitante comum.

 

 

DIAGNÓSTICOS E EXAMES

 

Os sinais clínicos podem ser difíceis de esclarecer, especialmente se a amplitude de movimentos geral da coluna for normal, apesar de certas vezes ser possível se encontrar alguma perda na amplitude esperada de flexão ou extensão.

A instabilidade mecânica pode produzir dor na movimentação ativa, tipicamente como um arco de dor, que pode ocorrer tanto durante a flexão ou se o paciente se estender a partir de uma posição fletida.

Uma sensibilidade pode ser encontrada localmente sobre o segmento da coluna.

 

Investigações

 

O diagnóstico necessita ser confirmado pelas radiografias, são a demonstração da instabilidade em todos os planos de movimento da coluna. Nas radiografias laterais, com o paciente em extensão e flexão total, o movimento anormal com perda do mecanismo normal de rolamento pode ser detectado. A vértebra superior pode se mover para frente sobre a inferior durante flexão, e pode estar associada a um estreitamento da parte anterior do disco. Alternativamente, um movimento de deslizamento posterior excessivo da vértebra superior pode ocorrer à extensão lombar.

Existe o teste clínico do “Cisalhamento” que provoca movimentos vertebrais antero-posteriores quando o achado é positivo.

 

TRATAMENTO PARA INSTABILIDADE VERTEBRAL

 

 

  • Estabilização Vertebral
  • Pilates
  • Musculação

 

 

Agende uma aula experimental pelo what's up 51 981818384

Doenças da Coluna - Fibromialgia

Fonte: ITC Vertebral

SOBRE A DOENÇA 

 

Fibromialgia consiste em um quadro patológico no qual o paciente apresenta dores não inflamatórias generalizadas e intermitentes, sendo observadas mais intensamente em pontos específicos corpóreos denominados como “tender points”, zonas específicas de maior incidência dolorosa em que o terapeuta avalia por meio de um exame palpatório. Esta enfermidade está comprovadamente relacionada a disfunções quanto a produção e recepção de determinados neurotransmissores pelo organismo, assim como nota-se uma série de características presentes entre os portadores. Normalmente são pessoas submetidas a um estresse prolongado, quadro depressivo, transtornos de ansiedade, morbidades adquiridas, maus hábitos alimentares, vida monótona, problemas de cunho familiar, conjugal ou laboral, dentre outros.

 

Por se tratar de um quadro em que o organismo está ativo abaixo dos níveis essenciais para um bom funcionamento, fatores estruturais também merecem respaldo. Em um corpo depressivo e com dor há muito tempo, a musculatura fica comprometida e, consequentemente, a sustentação do corpo também é alterada. Dessa forma, alguns distúrbios de coluna podem se instalar, como o aumento das dores locais bem como o surgimento de um quadro degenerativo (artrose ou hérnia discal).

 

TRATAMENTO PARA FIBROMIALGIA

 

É indispensável a manutenção do condicionamento musculoesquelético associado a reabilitação psicoterapêutica, além de correções de hábitos de vida e alimentares que podem estar interferindo na produção dos neurotransmissores em questão.

O Pilates é muito recomendado para o alívio das dores.

 

Agende uma sessão pelo what's up 51 981818384

 

Doenças da Coluna - Estenose Lombar

Fonte: ITC Vertebral

ESTENOSE LOMBAR

 

SOBRE A DOENÇA

O QUE É ESTENOSE LOMBAR?

 

estreitamento do canal vertebral. A coluna é uma estrutura móvel, bastante sujeita a traumatismo e a degeneração, que é o processo de desgaste gradual que acompanha o envelhecimento, mas pode ser acelerado em alguns indivíduos.

 

A estenose é o estreitamento do canal vertebral, decorrente de fatores congênitos ou adquiridos como: desgaste progressivo das estruturas da coluna, associado a pequenos traumas repetidos durante a vida. Levando à compressão mecânica ou vascular. E produzindo radiculopatia ou mielopatia. Esse estreitamento poderá dar-se principalmente na coluna cervical e lombar.

 

A estenose cervical é a denominação que se dá ao conjunto de processos do envelhecimento natural que ocorre na coluna cervical, processos esses como a degeneração da superfície articular, ligamentos, diminuição da altura do intervalo entre os corpos vertebrais, com decorrente aumento além de seus limites fazendo com que haja compressão no canal central da coluna, estreitamento este gradativo do citado canal e dos forames de conjugação (por onde saem os nervos que vão para os membros superiores), podendo comprometer tanto as raízes nervosas como a medula espinhal.

Estenose lombar é o estreitamento do canal vertebral na região lombar. O canal vertebral contém a medula espinhal desde a porção cervical até a porção lombar alta. A porção média e a inferior do canal lombar contém as raízes nervosas da chamada cauda eqüina. O canal estreito pode comprimir estas raízes e determinar sinais e sintomas neurológicos.

 

 

 

SINTOMAS DA ESTENOSE LOMBAR

 

Os sintomas da estenose lombar podem aparecer gradualmente ou desenvolver rapidamente. Embora seja parte do processo de envelhecimento normal, muitas vezes essa estenose provoca sintomas de compressão dos nervos, dor, diminuição de força nos membros inferiores e superiores, diminuição da sensibilidade, dificuldade de controlar os esfíncteres da bexiga e do anus e até mesmo impotência sexual .

 

CAUSAS

 

  • Congênita
  • Adquirida: desgaste progressivo das estruturas da coluna, associado a pequenos traumas repetidos durante a vida.

 

 

DIAGNÓSTICO E EXAMES

 

O diagnóstico da estenose lombar é feito a partir dos dados obtidos da história contada pelo paciente e do seu exame físico. A confirmação do diagnóstico é feita através de exames por imagens, em geral a ressonância magnética ou a tomografia computadorizada da coluna lombar.

 

TRATAMENTO PARA ESTENOSE LOMBAR

 

Medicamentos, atividade física com Pilates, orientação da postura com RPG, manutenção do peso ideal e cirurgia são algumas formas de tratar a estenose e seus sintomas. O tratamento conservador consiste em analgesia e correção postural. A analgesia pode ser feita medicamentosamente, com analgésicos ou anti-inflamatórios, ou pela acupuntura ou dry-neddling. A reeducação postural visa a aumentar a flexibilidade postural do paciente, ampliando suas possibilidades de movimentação, pois é certo que a sintomatologia aparece quando os limites que o processo degenerativo impõe são ultrapassados. Dessa forma, quando o processo degenerativo se intensifica comprimindo as raízes nervosas e gerando sintomas neurológicos.

 

Agende uma sessão pelo what's up 51 981818384

 

Doenças da Coluna - Espondilolistese

Fonte: ITC Vertebral

SOBRE A DOENÇA

O QUE É ESPONDILOLISTESE

 

É um deslizamento de um corpo vertebral no sentido anterior, posterior ou lateral em relação à vértebra de baixo. Este escorregamento para frente de uma vértebra em relação a outra subjacente, ocasiona dor ou sintomatologia de irritação de raiz nervosa.

 

 

CLASSIFICAÇÃO DA ESPONDILOLISTESE

 

A mais aceita é a classificação de Wiltse e Bradford que tem como diferencial a etiologia do escorregamento vertebral. As listeses são divididas em 5 grupos da seguinte forma – Displásica – Anomalia da porção superior do sacro ou do arco de L5, Ístmica – Lesão do istmo vertebral por fratura de fadiga, Degenerativa – Secundária a processo degenerativo do disco ou articulação intervertebral posterior, Traumática – Fratura aguda do arco posterior da vértebra, Patológica – Enfermidade óssea que acomete o arco posterior (tumor ósseo, etc).

 

Estes deslizamentos vertebrais foram classificados por Meyerding conforme sua intensidade. Grau I de zero a 25%, Grau II de 25% a 50%, Grau III de 50% a 75% e Grau IV de 75% a 100%. O Grau V seria a pitose vertebral.

 

 

SINTOMAS DA ESPONDILOLISTESE

 

  • Dor Lombar
  • Dor irradiada (dor Ciática)
  • Dor nas pernas ao caminhar
  • Formigamento
  • Encurtamento dos músculos posteriores das pernas
  • Perda de força e coordenação dos movimentos
  • Incapacidade de andar

 

 

CAUSAS DA ESPONDILOLISTESE

 

A espondilolistese degenerativa ocorre em adultos e idosos, pois é provocada pelo desgaste das articulações facetárias, como parte do quadro de degeneração da coluna.

 

A espondilolistese ístmica ocorre por um defeito das articulações facetárias, que pode ser de natureza congênita ou devido a lesões ocorridas na infância. Como pode ser por uma má-formação congênita, a espondilolistese ístmica é comum na infância e adolescência.

 

 

DIAGNÓSTICO E EXAME

 

  • Raio-x
  • Ressonância Magnética

 

TRATAMENTO PARA ESPONDILOLISTESE

 

 

 

Conservadores

 

  • Medicações (Antiinflamatórios, relaxantes musculares, analgésicos, etc)
  • Fisioterapias
  • Acupuntura
  • Reabilitação Muscular

 

 

Cirúrgico (Na falha dos tratamentos conservadores ou alterações neurológicas)

 

  • Fusão (Artrodese)
  • Fixação Dinâmica

 

 

www.fisiobeautypilates.com.br